Integrante do MAB há quase duas décadas, Andréia se dedica à luta pelo direito à água, resistindo, junto a muitos outros atingidos, à pressão de companhias que querem cercar os rios do oeste da Bahia com dezenas de hidrelétricas
Mulher, jovem e quilombola, Francinete da Conceição Braga é uma das coordenadoras do MAB no Maranhão/Piauí. Ela acredita que só a luta e a educação no campo podem reverter as injustiças sociais no interior do país
Moradora de Itaituba (PA), a militante do Movimento dos Atingidos por Barragens luta contra um modelo de desenvolvimento que, além de gerar diversos impactos ambientais e sociais para o Tapajós, aumenta os índices de violência contra as mulheres.
O antropólogo e pesquisador Aurélio Vianna resgata a sua história de colaboração e ativismo no MAB (na época CRAB) através do envolvimento com os efervescentes debates ambientais no final dos anos 80
Belo Monte conseguiu estancar o outrora poderoso Xingu e mudou o curso da vida de cerca de 50 mil pessoas que hoje tentam reescrever suas histórias, distantes do rio e das suas referências. O coordenador do MAB, Igor Meirelles, é uma delas. Ele fez da luta coletiva contra as injustiças desse empreendimento um dos propósitos da sua juventude.
O professor da UFRJ, Carlos Vainer, conta a história da sua relação de colaboração e aprendizado mútuo com o Movimento dos Atingidos por Barragens desde que conheceu o CRAB em Erechim (RS) há 35 anos
Durante encontro, os participantes celebraram a história do movimento que é a história do povo organizado em luta
“O MAB me transformou em um ser político. Foi uma tomada de consciência.” Depois de vivenciar a luta emblemática do Vale do Jaguaribe, no Ceará, Iury quis levar o sonho de justiça social que descobriu no MAB para atingidos de outras partes do Brasil.